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22
nov

Displasia Coxofemoral

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Displasia Coxofemoral

Entenda o que é e como proteger seu melhor amigo

Se você perceber que o seu cãozinho está se locomovendo com dificuldade ou simplesmente evita usar os membros traseiros para andar ou correr, procure  um médico veterinário, pois o diagnóstico pode ser displasia coxofemoral.

Caracterizada como uma condição esquelética muito comum em cães mas podendo também acometer os gatos, a displasia coxofemoral se dá devido uma má formação da articulação do quadril, que liga o osso coxal ao osso fêmur, fazendo com que a má coaptação da articulação do quadril gere mais atrito, causando grande dor e desconforto ao pet.

Apesar de comum, a doença deverá ser observada logo de início e tratada o mais rápido possível, para que não haja o desgaste e consequentemente uma artrose na articulação prejudicando a locomoção do animal.

 

Como acontece a displasia coxofemoral?

A displasia coxofemoral é uma doença hereditária. Além disso, o ambiente e os costumes pelos quais o animal é criado no início da vida também podem influenciar para o aparecimento da doença*.

Cães obesos e que não praticam exercícios físicos com seus donos, também são propensos a desenvolver a doença ao longo da vida. A alimentação errada e até mesmo a forma como o animal se senta frequentemente pode acabar forçando o quadril a longo prazo.

 

Como posso identificar a displasia coxofemoral?

Apesar das raças mais afetadas serem as de grande porte, como os Buldogues, Rottweillers, Labradores ou Pastores Alemães, todos os outros cãezinhos estão propensos a sofrer com essa doença, portanto, é necessário ficar atento aos sinais da displasia, que podem começar de forma sutil e se agravar gradativamente.

A doença provoca no animal grande dor e incomodo. Caso seu pet apresente dificuldades de caminhar, correr ou pular, dando passos mais curtos ou até mancando, o melhor a fazer é consultar um veterinário que poderá confirmar ou eliminar de vez a possibilidade da displasia coxofemoral.

O médico veterinário fará o diagnóstico mais preciso através do exame clínico e de exames específicos como o Raio X da articulação coxofemoral para confirmar a doença e avaliar em qual estágio ela está: leve, moderada ou severa.

 

Qual o tratamento para a doença?

Além de seguir as recomendações e os remédios passados pelo médico veterinário, existem também algumas opções que podem ajudar a reduzir a dor do animal: tratamentos de fisioterapia, hidroterapia e acupuntura.

Esses tratamentos não invasivos ajudam a fortalecer a musculatura do pet, melhorando a sustentação do peso nas membros e quadril e aliviando a dor causada pela doença.

Se o cão sofrer de obesidade, sua alimentação provavelmente será modificada. Além de medicamentos, o veterinário poderá pedir uma redução na refeição diária do seu melhor amigo para que ele perca alguns quilinhos e o peso diminua em seus membros traseiros.

Em último estágio, se a displasia estiver em estado avançado*, o médico veterinário poderá solicitar uma intervenção cirúrgica, mas antes ele avaliará se o animal está em perfeitas condições para passar por ela, solicitando exames de sangue para avaliar a função renal e hepática e exames cardíacos como o eletrocardiograma já que este procedimento exige anestesia geral.

 

Como prevenir a displasia coxofemoral em meu animal?

Manter o animal sempre saudável e dentro do seu limite de peso é uma das melhores opções de prevenção contra a displasia coxofemoral. Faça-o praticar exercícios em piso adequado e se alimentar bem e corretamente, evitando comidas inapropriadas como doces, pães ou coisas que fujam da alimentação canina.

Outra forma de prevenir o aparecimento da doença é evitar a reprodução entre animais que tenham a displasia coxofemoral*. Dessa forma, os cães estarão mais seguros e menos propensos a desenvolver a doença.



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